Hélio José participa de Seminário de Energia Nuclear

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O senador Hélio José (PSD-DF), participou nesta segunda-feira (27) no auditório Senador Antônio Carlos Magalhães – Interlegis – Senado Federal, da abertura do seminário organizado pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), sobre o tema “Usinas Nucleares – Lições da Experiência Mundial”. A ideia do evento foi debater sobre as lições de experiências mundial com usinas nucleares para produzir eletricidade e trazer informações sobre, a conveniência e os riscos da energia nuclear.

O seminário que aconteceu hoje e termina nesta quarta-feira (28) terá participações importantes de conferencistas nacionais e internacionais de renome e vasta experiência na área, dentre os quais o Dr. Bernard Laponche, criador da Associação Global Chance; a Dra. Monique Sené, coautora de “O livro negro do nuclear francês”, que denuncia riscos de acidentes nucleares naquele país, Vladimir Shevtsov, Bielorrússia – consultor em consequências sociais e de saúde de Chernobyl, diretor de Green Cross Bielorrússia e Alfredo Pena-Vega, França – professor e pesquisador do Centro Edgar Morin – Escola de Altos Estudos em Ciências Humanas – EHESS/CNRS.

A adesão do uso pacífico da energia nuclear tem sido discutido por diversos governos, como forma de colocar a ciência a serviço das necessidades humanas de desenvolvimentos. No Senado Federal, o vice-presidente da CCT – senador Hélio José, tem sido o percursor dos debates na casa e um legítimo representante dos temas que se refere à tipos de energias, e defensor dos avanços tecnológicos sobre as possibilidades de extensão e implementação de diferentes fontes renováveis que possam trazer benefícios à população e ao meio ambiente. Para o senador, esses encontros são importantes para trazer mudanças significativas na matriz energética do Brasil que anda muito ruim. “ O Brasil está avançando na construção de usinas solares e parques eólicos, mas necessita avançar ainda mais. Temos que colocar placas Fotovoltaica nos telhados das casas, escolas, postos de saúde e universidades, o custo compensa e poderão ser produzidas aqui no país”, completa.

Disse ainda, que é imprescindível que hoje no Brasil se tenha investimentos nas áreas de pesquisas voltadas ao tema. O uso e desenvolvimento de “energia nuclear”, é discutido em diversas partes do mundo, devido aos altos riscos de acidentes e de experiências nada favorável ocorridas em alguns países. A energia nuclear pode ser mais limpa do ponto de vista ecológico, mas não se pode ignorar os custos financeiros e o impacto de seus rejeitos e nem os riscos como aconteceu em Chernobyl na Bielorrússia e Fukushima no Japão.

“Como parte da minha plataforma de trabalho, estou defendendo não só no Brasil, mas em toda a América Latina, um projeto de integração energética que contemple programas de políticas públicas para execução de novas tecnologias de energias renováveis por todos países”, concluiu.

Foto: Geolando Gomes

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