Políticas públicas para implantação de energias alternativas e renováveis no Brasil, são debatidas na CI

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A Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) promoveu nesta tarde de quinta-feira (24) uma audiência pública interativa que debateu as políticas públicas para implantação de energias alternativas e renováveis no Brasil. Requerente da audiência, o senador Hélio José (PMDB/DF) presidiu o debate.

Participaram da audiência; o Secretário Adjunto de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Moacir Carlos Bertol; o Diretor de Estudos de Energias da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Amilcar Guerreiro; o Presidente-Executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) e o Assessor de Coordenação da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE).

“Há necessidade de o país pensar em energia solar fotovoltaica, entre outras energias alternativas em desenvolvimento neste setor. Diversos países desenvolvidos e em desenvolvimento, estão prestando atenção nisso e, mais, já possuem políticas implementadas há décadas. O Brasil precisa melhorar sua matriz energética, temos que debater mais sobre o assunto e investir em políticas públicas voltadas para as energias alternativas”, destaca o senador.

Na visão do senador as condições climáticas favorecem à exploração da energia solar e as autoridades brasileiras deveriam priorizar o setor industrial e a comunidade científica, e investir em energia solar, enfatizou o parlamentar que defende investimentos neste setor.

Na audiência o peemedebista lembrou a importância que tem a Frente Parlamentar Mista da Infraestrutura Nacional – FrenteINFRA –  que é uma iniciativa suprapartidária, constituída por representantes de todas as correntes de opinião política do Congresso Nacional – que tem por finalidade, promover o aprimoramento da legislação federal, no sentido de incentivar ações sinérgicas em obras de infraestrutura.

“Hoje tivemos presenças importantes em nossa audiência. Vieram representante do Ministério de Minas e Energia, da Empresa de Minas e Energia (EPE), empresa que faz parte do organograma do Ministério citado e que constitui um centro de estudos e de produção de dados sobre o setor energético, além de representante da indústria privada de equipamentos elétricos e eletrônicos – que é uma personalidade ligada à energia solar, da parte da indústria — sendo natural, portanto nosso encontro foi construtivo e positivo”, afirma o parlamentar que encerrou o debate dizendo que deseja muito, que  a fonte de energia solar fotovoltaica receba no Brasil, maior realce nas futuras discussões que serão travada em diversas ocasiões e que insistirá sempre, nesta importante e fundamental temática.

ASCOM

Foto: Geolando Gomes

 

 

 

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